Cases·22 de março de 2026·7 min de leitura

Como uma transportadora de médio porte combinou três teses tributárias para gerar caixa relevante sem judicialização desnecessária.

EV
Éverton Vicente
CEO e Fundador · NOMOS GT

Cliente do setor logístico, com faturamento anual de R$ 180 milhões, procurou a NOMOS com queixas pontuais sobre carga tributária crescente. O diagnóstico inicial revelou uma combinação não óbvia: créditos de PIS/COFINS sobre insumos amplamente aplicáveis ao setor, exposição não tratada em ICMS sobre energia elétrica, e oportunidade de exclusão de subvenções de ICMS da base do IRPJ/CSLL.

A estratégia priorizou as teses com menor risco e maior liquidez — recuperação administrativa via PER/DCOMP antes de qualquer movimento judicial. Em nove meses, o resultado consolidado foi de R$ 8,4 milhões em caixa devolvido, com mais R$ 2,1 milhões em fase final de homologação.

O ponto mais relevante do case não foi o valor: foi a velocidade. O cliente não passou por qualquer autuação adicional, manteve o relacionamento intacto com a Receita Federal e continua hoje em acompanhamento continuado.

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